Deixámos o carro estacionado num parque gratuito (Rue de l’Estacade) próximo do museu do vinho e fomos dar uma volta pela zona.
O museu do vinho e arredores fica no distrito de Bacalan que antes era evitada por turistas, mas agora depois de reabilitado tornou-se um local muito interessante de visita recomendada.
Neste distrito encontrámos arte de rua, um museu incrível, musica ao vivo, imensos restaurantes...
Quem visita Bordéus tem necessariamente de passar pelo museu do vinho, nem que seja só para ver a sua arquitetura incrível. Tem o formato dum cepo retorcido. Não entrámos, mas por lá pode fazer-se um tour pelo mundo dos vinhos, tendo exposições, workshops e um restaurante.
Les Halles de Bacalan
Ao lado do museu do vinho encontramos um mercado muito interessante, com várias opções de produtos locais e restaurantes! O local era muito festivo com imensa gente jovem a comer na rua.
Possui 2 torres enormes que podem ser vistas a grande distância. Não é uma das igrejas mais ricamente decoradas, mas tem algumas características interessantes.
Praça da Bolsa
A Place de la Bourse simboliza a abertura de Bordéus ao rio Garonne. O local é muito agradável para passear, havendo por lá muita gente, mas infelizmente não tivemos muito tempo para contemplá-lo. No Verão há por lá um espelho de água que permite refletir a praça nele, nós não o vimos, mas dizem que o espelho de água torna o lugar encantador.


Gostei mesmo muito de passear junto à zona ribeirinha do rio Garonne. Estava um dia espetacular e é mesmo agradável andar por lá, pena não termos tido muito tempo para desfrutar mais do lugar.
Ponte de pedra de Bordéus
Esta bonita ponte de pedra, foi a 1ª ponte a ser construída em Bordéus por iniciativa de Napoleão. É usada por pedestres e transportes públicos.
Porta do Cailhau
Porta Cailhau é uma homenagem à conquista do Reino de Nápoles e fazia parte das muralhas da cidade. Quem quiser pagar o bilhete, é possível subir lá acima para ter belas vistas sobre o cais, a ponte de pedra e sobre os telhados da cidade. Nos seus andares há uma exposição que apresenta as ferramentas e materiais utilizados para construir a cidade.
Grande Sinagoga de Bordéus
Contornando a praça, vemos prédios antigos, todos com uma bonita arquitetura.
A Place Pey-Berland é considerada a praça principal de Bordéus. Possui a Cathédrale Saint-André, a Torre Pey-Berland e o Hotel de Ville (câmara).
Torre Pey Berland
É a torre sineira da catedral de Santo André, que se encontra separada do edifício principal por causa do peso excessivo dos sinos, Dá para subir lá acima e ter uma vista panorâmica da cidade.
Catedral de St-André de Bordeaux e Torre Pey-Berland
O edifício religioso mais bonito da cidade de Bordéus é a Catedral de Santo André e tem a particularidade de ter uma torre com sinos independente.
É um dos monumentos associados à peregrinação a Santiago de Compostela, classificada pela Unesco como Património Mundial.
Ela encanta por dentro e por fora, por isso recomendo a visita.
Place de la Comédie e Grand Theatre
Nesta praça encontrámos "Sanna", um rosto feminino de 7m de altura em ferro fundido. Era para ser uma escultura temporária, mas um cidadão anónimo comprou a escultura por 500 mil euros para que ficasse na praça.
Casa Gobineau
Edifício curioso em forma de proa de um navio. É um bar de vinhos.
Viajámos de Lisboa para Bordéus na easyjet, que tem preços bons para este destino, comprando com antecedência.
Alugámos um carro pela Europcar, mas não recomendo, porque apanhámos uma multa de estacionamento e a Europcar cobrou 45€ só para dar o nome do condutor às entidades policiais.
Escolhemos ficar hospedados mais afastado do centro, na zona de Bordeaux Lac, no Hotel Première Classe. Pagámos 35€/noite por um quarto com duas camas e casa de banho privativa.. Na zona há muitas opções de hotéis para todos os gostos.
Aviso que França não é um destino barato, mas por experiência própria podemos conhecer os destinos mais caros com pouco dinheiro. Por exemplo, não dormindo nos melhores hotéis, não comendo a gastronomia típica ou bebidas locais, não entrando nos museus mais caros e também não usufruindo de determinadas actividades famosas nos locais que visitamos.
Comprar comida no supermercado e palmilhar uma cidade a pé, também é bom e também me faz feliz.
Temos que aprender a adaptarmo-nos, conforme as nossas possibilidades.